/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/B/I/QPakr2RvWFdLA96SbFxA/2019-02-18t222158z-742130786-rc1581c8ba00-rtrmadp-3-venezuela-politics-trump.jpg)
O presidente americano, Donald Trump, fez ontem em Miami uma ameaça aos militares venezuelanos. Se insistirem em apoiar o ditador NIcolas Maduro, disse Trump, eles têm “tudo a perder”: “Não terão porto seguro, nem saída fácil, nem rota de fuga”.
A declaração aumentou as especulações sobre uma intervenção americana na Venezuela, para garantir o fluxo de ajuda humanitária bloqueada na fronteira por tropas ainda leais a Maduro. Será que a ameaça latente será executada? Até que ponto existe mesmo chance de guerra civil na Venezuela, com presença militar americana?
A figura-chave para entender o imbroglio é o presidente-interino Juán Guaidó. Aos 35 anos, ele tem se revelado um político extremamente hábil para conduzir a transição, num papel comparável ao do MDB de Tancredo Neves e Ulysses Guimarães no final da ditadura no Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário