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A temporada 2019 da Fórmula 1 começa no próximo fim de semana, na Austrália, e oito das dez duplas de pilotos sofreram mudanças em relação ao ano passado, num fato sem precedentes na história da categoria. As únicas duas parcerias mantidas foram as da pentacampeã Mercedes, que terá novamente Lewis Hamilton e Valtteri Bottas como titulares, e da Haas, que manteve Kevin Magnussen e Romain Grosjean.

Duas grandes mudanças agitaram o mercado e se refletiram nas demais peças do tabuleiro de xadrez que é a movimentação entre pilotos. A Ferrari optou por promover Charles Leclerc a titular ao lado de Sebastian Vettel, enquanto Kimi Raikkonen ficou em seu lugar na Alfa Romeo, antiga Sauber, ao lado de Antonio Giovinazzi. Outra transação que deu o que falar foi a ida de Daniel Ricciardo da RBR para a Renault - Pierre Gasly ocupou o lugar do australiano.
Ainda sem piloto no grid, Brasil tem retorno "tímido" à Fórmula 1 em 2019.

Doze meses se passaram desde toda a expectativa criada pelo primeiro GP de Fórmula 1 sem brasileiros no grid desde 1969 e o país ensaia um retorno com algumas 'bolas na trave': dois pilotos de testes, Sergio Sette Camara, na McLaren, e Pietro Fittipaldi, na Haas, e uma parceria entre a Petrobras e a McLaren que deveria ir além de um simples patrocínio, mas cujo financiamento enfrenta sérias dificuldades.

Não que a falta de brasileiros no grid tenha tido grandes efeitos práticos: a categoria viu um aumento de audiência na TV, pressionada por uma briga mais acirrada pelas vitórias, entre Mercedes e Ferrari. Mas a avaliação de todos os profissionais do setor é de que é importante que esse hiato de pilotos no grid seja o mais curto possível.
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