

Guilherme Dalla Déa está no comando da seleção sub-17 desde o início de 2018. Esteve à frente do ciclo da atual geração até chegar ao Mundial no Brasil. Passou por vários torneios amistosos e o Sul-Americano, em março deste ano. E não hesita em dizer: a França, nesta quinta, tem tudo para ser o adversário mais duro no período.
Brasil e França farão o confronto dos dois times com melhor campanha no Mundial até o momento. Ambos venceram seus cinco jogos. Os franceses marcaram 17 vezes e sofreram dois gols, enquanto os brasileiros fizeram 14 gols e levaram três gols.
Em 1986, Platini foi o carrasco do Brasil na Copa do Mundo. Em 1998, Zidane foi o cara na final contra a Seleção. Em 2006, Henry deu toque de primeira para despachar o quarteto mágico da Alemanha. Em 2019, Amandine Henry eliminou o Brasil nas prorrogações na Copa do Mundo Feminina. Em 2001, Sinama Pongolle foi o responsável por tal tarefa no... Mundial Sub-17. São vários fantasmas. Mas a seleção brasileira sub-17 não liga para o histórico.
O Brasil não encara só a melhor equipe do atual Mundial Sub-17 em sua casa. Enfrenta um de seus maiores pesadelos em Copas. Em qualquer categoria. Brasileiros e franceses se enfrentaram 10 vezes em Mundiais organizados pela Fifa, tanto no masculino, quanto no feminino, seja na base ou profissional. A seleção canarinha tem apenas três vitórias. Perdeu quatro e empatou três, incluindo a eliminação em 1986.
No Mundial Sub-17, foram duas partidas. Com Paulo Nunes, o Brasil empatou por 0 a 0 na fase de grupos de 1987, quando o torneio ainda era sub-16. Com o goleiro Felipe, ex-Flamengo e Corinthians, e o volante Marcelo Mattos, a seleção perdeu por 2 a 1 nas quartas de final de 2001, quando os europeus conquistaram seu único título na categoria.
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