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O principal motivo que levou Donald Trump a ceder no embate com os congressistas em torno do muro na fronteira com o México foi sua queda de popularidade. Sua aprovação caiu de 43% para 39,5% durante o “shutdown” de 35 dias, maior interrupção nas atividades do governo na história americana.
Diante da vitória, os democratas parecem apostar agora que um novo “shutdown” será ainda mais prejudicial a Trump. É o que explica o naufrágio das negociações orçamentárias no fim de semana, novamente em torno de questões ligadas à política migratória (desta vez, restrições ao trabalho da guarda fronteiriça).
Se não chegarem a acordo até sexta-feira, novamente o governo será obrigado a paralisar parte de suas atividades por falta de verbas. Novamente, funcionários públicos deixarão de receber seus salários, e o país entrará numa nova operação tartaruga.
Será que a conta da nova paralisação irá de novo para a popularidade de Trump? Não necessariamente. Se o impasse em torno do muro era visto como teimosia adolescente, desta vez o que está em jogo não é uma promessa de campanha específica, mas a questão geral: destinar mais recursos ao controle das fronteiras.
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