quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Com salários de quase R$ 10 mil, edital para concurso da PRF é divulgado com 500 vagas

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou, nesta quarta-feira (28/11), o edital do concurso público para preenchimento de 500 vagas imediatas para policial da corporação. 

Organizada pelo Cebraspe, a seleção oferece remuneração inicial de R$ 9,8 mil, incluindo auxílio-alimentação de R$ 458. Os aprovados que tiverem filhos pequenos também terão direito a auxílio-creche, de R$ 321. Já a jornada de trabalho é de 40 horas semanais. 

As oportunidades são para candidatos de nível superior em qualquer área e proporciona estabilidade, devido às contratações via regime estatutário. Para concorrer, o candidato precisa ter entre 18 e 65 anos, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 

Há vagas nas seguintes unidades da Federação: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia, São Paulo e Tocantins. 

As inscrições poderão ser feitas no período entre as 10h da próxima segunda-feira (3/12) até as 18h do dia 18 de dezembro, por meio do site da banca organizadora. O valor a ser pago é de R$ R$ 150, até 15 de janeiro de 2019. 

O concurso PRF será composto por oito etapas, sendo elas: 

Prova objetiva; 
Prova discursiva; 
Exame de capacidade física; 
Avaliações de saúde; 
Avaliação psicológica; 
Prova de títulos; 
Investigação social; 
Curso de formação profissional. 

A primeira etapa do concurso é composta por prova objetiva com 120 questões. A segunda fase é a discursiva, na qual os candidatos serão submetidos a duas avaliações: uma de conteúdo e outra de língua portuguesa. 

No exame de capacidade física, os candidatos serão submetidos a testes de flexão em barra fixa, abdominal, impulsão horizontal e de corrida de 12 minutos. 

Dez prefeitos já foram cassados no RN

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Olha só!
Somente neste ano de 2018 foram realizadas pelo menos oito eleições para substituição de prefeitos cassados nos municípios de:
Paraú, João Câmara, Pedro Avelino, São José de Campestre, Parazinho, Galinhos, Pendências e Água Nova.
Já no próximo dia 9 de dezembro haverá eleição para escolha do novo prefeito de Guamaré. E brevemente será marcada a eleição para escolha do novo prefeito de Santa Cruz.

Câmara aprova volta de indicações políticas em estatais, vetadas desde 2016

 Sessão do Congresso Nacional Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo
Na reta final dos trabalhos no Congresso, parlamentares começaram a se articular para aprovar projetos em benefício próprio. Os deputados se aproveitaram da proposta que reforça as agências reguladoras para liberar indicações políticas nas empresas estatais – o que é proibido desde 2016.
Com ajuda de integrantes da base do atual governo, a maioria derrubou um recurso que previa que a matéria fosse mais discutida no plenário da Câmara. Assim, o texto segue agora para o Senado, onde deve ter tramitação rápida.
Por trás da medida, está a preocupação de parlamentares, sobretudo os derrotados nas eleições, em garantir espaço nas estatais. O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) é um dos apoiadores da medida. Integrantes do PSL, partido do presidente eleito, também votaram a favor da mudança.
Além disso, já começa a mobilização nos bastidores para aumentar salários de deputados e senadores, sob a justificativa da equiparação salarial com vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que terão reajuste de 16,38%. A medida deve ser aprovada na última semana dos trabalhos legislativos, em dezembro. Para isso, basta um ato das mesas diretoras. O impacto é estimado em R$ 49 milhões por ano, mas a medida tem efeito simbólico. Geralda Doca – O Globo
COPA ALEX - QUARTAS DE FINAL

Bancada evangélica abre guerra contra Bolsonaro

A indicação de Osmar Terra para o Ministério da Cidadania irritou a bancada evangélica, que ameaça se rebelar caso não tenha cargos na Esplanada. Formado por 180 deputados, o grupo foi consultado por Jair Bolsonaro sobre nomes para a nova pasta, mas acabou surpreendido com a escolha.
“Quem é Osmar Terra comparado ao Magno Malta?”, questiona o pastor Silas Malafaia, que diz manter o apoio “intransigente” a Bolsonaro, porém com liberdade para críticas. Este já é o segundo nocaute no colegiado. O primeiro foi quando Bolsonaro indicou Ricardo Vélez Rodríguez para a Educação sem aguardar a sugestão dos evangélicos.
Banco de reserva. A lista de “abandonados” inclui, além de Magno Malta, os deputados Fernando Francischini, Alberto Fraga (ambos da bancada da bala) e Pauderney Avelino. Os amigos brincam que eles entrarão na segunda fase.
Batata quente. O pecuarista Nabhan Garcia não chegou a ficar de fora do time, mas sobrou com um cargo de segundo escalão. Ninguém quer a missão de contar para ele que não terá status de ministro.
O choro é livre. Magno Malta jogou a toalha na noite de segunda-feira, quando deixou Brasília dizendo-se “magoado e machucado” para se isolar num sítio. Reclamava de estar entre os últimos a serem convocados. “Vou receber a marmita?” Até agora nem isso.
Os culpados. Malta acusa os filhos de Bolsonaro e o general Hamilton Mourão pelo veto ao seu nome.
Mega-Sena. Com a nomeação de Osmar Terra para o Ministério da Cidadania, Bolsonaro ressuscita Darcísio Perondi (MDB-RS), aliado de Michel Temer e principal defensor da reforma da Previdência. Ele ficou na suplência. Coluna do Estadão

Burocracia trava R$ 5 bilhões para segurança pública

Passados seis meses, os R$ 5 bilhões prometidos por Michel Temer a Estados e municípios para financiamento de projetos na área de segurança estão represados por causa da burocracia. Os recursos do programa BNDES Pró-Segurança Pública ainda não foram liberados pelo banco porque falta a publicação de um documento pelo Ministério da Segurança Pública.
O dinheiro serviria para a compra de drones, viaturas, armas de choque e coletes à prova de bala. Após ser procurada pela Coluna, a pasta comandada pelo ministro Raul Jungmann informou que parte da verba será liberada quinta-feira.
O entrave. No caso de Porto Alegre, por exemplo, há projetos de R$ 5 milhões a R$ 40 milhões que a prefeitura gostaria de inscrever. Sem o documento chamado ata de registro, no entanto, não há clareza sobre quais se encaixam nos critérios do programa.
Com a palavra. O ministério diz que as especificidades regionais exigiram alterações no edital, que atrasaram o cronograma. Acrescenta que já iniciou processo para liberar R$ 930 milhões em coletes e viaturas, mas admite que não haverá tempo hábil para licitar os R$ 4,07 bilhões restantes.
Prazo. A demora fez com que os Estados perdessem a oportunidade de acessar o Pró-Segurança, mas nesse caso a restrição é dada pela LRF que veda os entes de tomarem crédito nos últimos 120 dias do mandato. Os prefeitos não enfrentam essa restrição. Coluna do Estadão




Lava-Jato prende Pezão em nova operação contra corrupção no governo do Rio

Márcio Alves / Agência O Globo
Três semanas depois de prenderem dez deputados estaduais acusados de corrupção , agentes da Polícia Federal e procuradores da República voltaram às ruas na manhã desta quinta-feira para cumprir ao menos nove mandados de prisão, cujo principal alvo é o governador Luiz Fernando Pezão .
A ordem para esta nova fase da Lava-Jato foi dada pelo ministro e relator do caso Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também relatou a Operação Quinto do Ouro, que prendeu cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em março do ano passado. O pedido de prisão foi feito pela PF do Rio, com aval da Procuradoria Geral da República (PGR), a um mês do sucessor de Sérgio Cabral terminar o mandato.
Os carros da PF entraram há pouco no Palácio Laranjeiras, onde fica a residência oficial de Pezão, com mandados de busca e apreensão. Há também agentes no Palácio Guanabara.
Entre os outros alvos de prisão da ação, denominada “Boca de Lobo”, estão o secretário de Obras do Rio, José Iran, e operadores financeiros lligados ao governador.  O ex-secretário de Obras Hudson Braga também é alvo de um dos 30 mandados de busca e apreensão.
No apartamento do Pezão, no Leblon, a equipe da PF não achou ninguém. Uma equipe também foi à casa da mãe do governador, também no Leblon. 
Chico Otavio e Daniel Biasetto – O Globo