segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Veja como será a Série B do Campeonato Brasileiro 2019

Veja como será a Série B do Campeonato Brasileiro 2019
A última rodada do Campeonato Brasileiro, disputada na tarde deste domingo, definiu Sport e América- G como os dois últimos rebaixados à Série B de 2019. Eles se juntaram a Vitória e Paraná, que já haviam caído nas rodadas anteriores.

Com isso, a Série B do ano que vem terá apenas três campeões brasileiros: Guarani (1978), Coritiba (1985) e Sport (1987).

Os times que disputarão a Série B do Campeonato Brasileiro em 2019 são estes:

América-MG, Atlético-GO, Botafogo-SP, Bragantino, Brasil de Pelotas, Coritiba, Criciúma, CRB, Cuiabá, Figueirense, Guarani, Londrina, Oeste, Operário-PR, Paraná, Ponte Preta, São Bento, Sport, Vila Nova e Vitória.

A Série B do Campeonato Brasileiro 2019 será disputada de 27 de abril até 30 de novembro. Vale lembrar que a Série B (assim como a Série A) terá uma pausa para a disputa da Copa América no Brasil. 




VEJAM MAIS FOTOS DAS  SEMIFINAIS 
ONTEM NO PACHECO

PÊNALTI COBRADO PELA EQUIPE DO MADRID

LANCHES DE PALMEIRAS X MADRID

PÊNALTI COBRADO PELO O PALMEIRAS

MAIS LANCHE DE PALMEIRAS X MADRID

LANCHE DE ÁGUA BRANCA X PLANALTO

JOGADA DE ÁGUA BRANCA X PLANALTO

ESQUERDINHA DO ÁGUA BRANCA  REALIZANDO GRANDE  JOGADA

PRESENÇA DO BOM PÚBLICO PRESTIGIANDO AS SEMIFINAIS


TORCEDORES POR TODA PARTE DAS LATERAIS DO CAMPO

Passada a eleição, é hora de o Judiciário se recolher, diz Toffoli em debate

A partir da es, sentados à mesa, o ex ministro da Relações Internacionais Celso Lafer, a juíza federal Marcia Hoffmann, o presidente do STF, Dias Toffoli, o advogado e professor Tércio Sampaio, o advogado Torquato Castro e o advogado João Maurício Adeodato nos Seminários da Feiticeira, em Ilhabela, litoral de São Paulo
A realidade brasileira levou o Judiciário a ter maior atuação na sociedade, mas agora, encerrada a eleição, é hora de se recolher, afirmou o presidente do STF, Dias Toffoli, neste domingo (2).
O ministro foi um dos palestrantes dos Seminários da Feiticeira 2018, evento organizado pelo advogado e professor Tercio Sampaio em Ilhabela (SP).
Em seu discurso, Toffoli analisou as mudanças nas configurações da Justiça, e do STF em particular, após a Constituição de 1988. A ampla garantia de direitos expressos na Carta Magna acarretou, explica, a criação de uma série de acessos à Justiça para garantir esses mesmos direitos.
A isso se devem, entre outros fatores, os maiores poderes concedidos ao Ministério Público, para capacitá-lo a defender essas normas, em relação a outros países. 
Empoderada, diz o ministro, a sociedade passou a exigir seus direitos garantidos por lei. As frustrações no usufruto deles passaram a desaguar na Justiça, sobretudo no STF. Marco Rodrigo Almeida – Folha de São Paulo

Moro vai investigar a origem de R$ 174,5 bilhões que foram regularizados

O futuro Ministro da Justiça Sergio Moro participa do Simpósio Nacional de Combate à Corrupção na FGV Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A gestão do futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, quer investigar a origem dos R$ 174,5 bilhões que pertencem a brasileiros, estavam no exterior sem registro na Receita Federal e foram regularizados graças a dois programas de incentivo editados nos governos de Dilma Rousseff e Michel Temer.
As medidas promoveram a anistia de crimes como evasão de divisas e sonegação fiscal, mediante mera declaração de posse dos valores e de sua licitude, sem que houvesse qualquer tipo de análise sobre a origem dos recursos ou da capacidade econômico-financeira de seus beneficiários.
O plano de Moro é incrementar a integração entre a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e unidades de inteligência financeira, em especial o Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), para verificar o uso dos valores por organizações criminosas — tanto aquelas com atuação violenta, como tráfico de drogas e armas, quanto as envolvidas em crimes de colarinho branco. Essas condutas não estão anistiadas pela lei. 
Thiago Herdy – O Globo

Deputados podem votar projeto que amplia possibilidade de repasses de recursos a municípios

Ordem do dia para discussão e votação de diversos projetos
O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, a partir de terça-feira (4), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 270/16, que permite aos municípios continuarem a receber recursos transferidos por estados e pela União mesmo se as despesas com pessoal estejam acima do limite legal no caso de queda de receita vinda do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
De acordo com o projeto, de autoria do Senado, as cidades poderão ainda obter garantia direta ou indireta de outro ente e contratar operações de crédito ainda que não reduzam despesas com pessoal que estejam acima do limite por queda desse tipo de receita.
Essa exceção será possível para os municípios cuja receita real tenha queda maior que 10%, em comparação com o mesmo quadrimestre do ano anterior, devido à diminuição das transferências recebidas do FPM decorrente de concessão de isenções tributárias pela União e devido à diminuição das receitas recebidas de royalties e participações especiais.
Outra condição imposta pelo projeto é que a despesa total com pessoal do quadrimestre em que o município precisar usar essa regra não ultrapasse o limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – Lei Complementar 101/00) para esse ente federado: 60% da receita corrente líquida.
Entretanto, a receita corrente líquida a ser utilizada para este cálculo é a do quadrimestre correspondente do ano anterior, atualizada monetariamente.

Acordo entre China e Estados Unidos deve afetar exportações brasileiras

O presidente americano, Donald Trump, em jantar com o presidente chinês, Xi Jinping, em Buenos Aires
Foto: KEVIN LAMARQUE / REUTERS
Um respiro. É assim que os analistas definem a trégua de 90 dias na guerra comercial acertada na noite de sábado entre Donald Trump e Xi Jinping, num jantar em Buenos Aires após o encerramento da reunião do G-20.
O acordo temporário prevê que os Estados Unidos não vão elevar de 10% para 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na virada do ano, enquanto a China se compromete a aumentar as compras, sem especificar a quantidade, de produtos industriais, agrícolas e do setor de energia, como combustíveis.
A pausa nas tensões comerciais deve servir como sinal de alívio aos mercados financeiros, que temiam os efeitos para a economia global de uma escalada do conflito, mas não garante que um acordo definitivo possa ser alcançado facilmente. Enquanto o prazo para um entendimento começa a correr, especialistas avaliam que as exportações brasileiras serão afetadas, já que os dois gigantes são os maiores parceiros comerciais do país. Henrique Gomes Batista, correspondente e Marcello Corrêa – O Globo

Estado do Rio gasta R$ 3 milhões mensais com salários de 21 investigados por corrupção

O governador Luiz Fernando Pezão ao ser preso, nesta quinta-feira Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo
O número de contracheques é considerável; o valor neles, também. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que o estado gasta R$ 3 milhões brutos por mês com o pagamento de salários de 21 integrantes de seu primeiro escalão sob suspeita de corrupção — nenhum está no exercício de sua função (três são aposentados).
A lista inclui parlamentares da Assembleia Legislativa (Alerj), conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e membros do Executivo. O dinheiro custearia mensalmente, por exemplo, três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Ou bancaria, com troco, a folha dos 790 funcionários ativos lotados na Secretaria de Segurança, de R$ 2,3 milhões.
As remunerações de oito das 29 pessoas pesquisadas pelo GLOBO não constam de portais de transparência dos órgãos em que estavam lotadas ou não foram informadas por eles. É o caso de Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, que não recebe aposentadoria como ex-governador, benefício que existia por lei até 2002.
No Senado, onde ficou quatro anos (2003 a 2006), ele não está na lista de beneficiados. E, na Alerj, onde cumpriu três mandatos (1991 a 2002), não requereu a pensão vitalícia a que teria direito, segundo o superintendente do Instituto de Previdência da Alerj (Ipalerj), Nelson Alves Pereira:
QUANTO GANHAM POR MÊS 22 investigados tem vencimentos ou proventos brutos que somam R$ 3.103.732,47
Tribunal de Contas do Estado – todos afastados