sábado, 27 de janeiro de 2018

Maia doa R$ 792 mil a palestinos para restaurar Basílica da Natividade

Diáconos e clérigos fazem procissão antes da noite de Natal na Basílica da Natividade, em Belém
No comando interino do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), doou R$ 792 mil dos cofres públicos para a restauração da Basílica da Natividade, em Belém, na Cisjordânia.
Os recursos foram autorizados por meio de medida provisória, publicada nesta sexta-feira (26), e serão repassados ao governo palestino por meio de dotação orçamentária do Ministério das Relações Exteriores.
O aporte ocorre três meses depois de Maia ter viajado com uma comitiva parlamentar para a cidade de Belém e feito uma visita ao templo religioso. As informações são da Folha de São Paulo

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ACONTECERÁ NO PRÓXIMO DOMINGO (28)

Campeonato de Blocos 2018

3ª Rodada ontem 25/01quinta feira
1º Jogo As Barbies 0 x 4 Só kb Nós
2º Jogo Extravasa 5 x 4 Oky Varão
Hoje acontece mais duas partidas
4ª Rodada hoje 26/01 Sexta feira
1º Jogo Skulaxo x Brasa na Folia 20:00
2º Jogo Moleques x Tander Cana 21:00
Local: Ginásio Poliesportivo Francisco 
Weldenny de Brito 
  
Campeonato Potiguar 2018
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25/01 Globo 1 x 2 Santa Cruz 
25/01 Assú 2 x 0 Força e Luz 

Brasil vai doar R$ 792 mil para obras em basílica na Palestina

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O governo brasileiro vai doar R$ 792 mil para as reformas de restauração da Basílica da Natividade, na cidade de Belém, no Estado da Palestina.
A medida provisória autorizando a doação foi assinada nesta quinta-feira (25) pelo presidente da República em Exercício, Rodrigo Maia. O Ministério das Relações Exteriores vai intermediar a doação, que será feita com o orçamento da pasta.
A Basílica da Natividade foi erguida no local onde se acredita ter nascido Jesus Cristo. Sua construção teve início no ano de 339 e desde 2013 passa por uma grande reforma.
O local recebe milhões de turistas por ano e não passava por reformas há 300 anos. A Autoridade Palestina doou parte dos recursos para a obra. Países europeus também têm doado dinheiro para custear a ação, segundo a Agência Estado.

Copa do Mundo em 2018 anima CEO da InBev

Jasper Juinen/Bloomberg
O CEO mundial da Anheuser-Busch InBev, Carlos Brito, se diz “muito animado” com os negócios no Brasil neste ano e, globalmente, com a Copa do Mundo, que ocorrerá na metade do ano na Rússia.
Em entrevista ao Valor em Davos, à margem do Fórum Econômico Mundial, Brito, que comanda a maior companhia de cerveja do mundo, diz que em 2016 o mercado brasileiro foi duro porque houve aumento muito grande de impostos e o câmbio não ajudou, elevando os custos. O ano de 2017 já foi mais positivo, embora bancos projetem queda importante no lucro da Ambev (ver reportagem Para bancos, lucro da Ambev encolheu). O ano de 2018 parece mais promissor.
“Este será um ano de Copa do Mundo e é muito bom para nosso negócio”, diz Brito, referindo-se a 2018. Ontem, o vice-primeiro ministro da Rússia, Vitaly Mutko, disse que deve ser liberada a venda de cerveja em estádios e áreas que abrigam torcedores durante a Copa, de 14 de junho 15 de julho, segundo a agência de notícias Interfax. Cerveja é a segunda bebida mais consumida na Rússia, depois da vodca. As informações são de Valor Econômico.

Ministro quer fazer ‘megaleilão’ de petróleo em junho

Ruy Baron/Valor
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, defendeu ontem que se faça um “megaleilão” de petróleo sob o regime de partilha no fim deste semestre. A perspectiva de receitas com a oferta de áreas do excedente da chamada cessão onerosa varia entre R$ 75 bilhões e R$ 90 bilhões, que podem ir direto para o caixa do Tesouro Nacional e mexer radicalmente com as atuais estimativas de arrecadação em 2018.
“Queremos fazer em junho”, disse ao Valor o ministro, que participa do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Segundo ele, a área técnica já começou a trabalhar nas medidas que precisam ser tomadas para fazer a licitação. “Se houver coordenação [entre os setores do governo], dá tempo”, garantiu Coelho Filho.
O megaleilão tem como pré-requisito um acordo em torno da revisão do contrato de cessão onerosa firmado com a Petrobras em 2010. A estatal ganhou o direito de explorar seis blocos no pré-sal, mas o contrato precisa ser atualizado por uma série de fatores. Houve queda nos preços internacionais do petróleo e saíram laudos de certificadoras para medir o volume acumulado de matéria-prima nos reservatórios. As informações são de Valor Econômico.