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A economia brasileira aponta para mais um ano com crescimento sofrível, em torno de 1%. Alguns economistas já falam em recessão. Em quatro meses, o governo Jair Bolsonaro foi incapaz de transmitir a sensação de que mudará o quadro de estagnação que amaldiçoa o país.
Deposita-se uma esperança irreal na reforma da Previdência, como se ela pudesse ter o condão de resgatar a confiança perdida. Ao mesmo tempo, a indústria encolhe, serviços e comércio recuam, consumidores continuam sem dinheiro para gastar, o desemprego não cede. A origem da crise de confiança é evidente: não há, na sociedade, consenso a respeito do melhor caminho a seguir.
O Estado está à beira de mergulhar no abismo fiscal. Se não obtiver a aprovação no Congresso para tomar US$ 249 bilhões emprestados, o governo será obrigado a escolher entre interrromper pagamento o compromissos (como salários, pensões, aposentadorias e benefícios assistenciais) ou incorrer em crime de responsabilidade (o mesmo que levou ao impeachment de Dilma Rousseff).
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