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Ativistas favoráveis ao regime de Nicolás Maduro ocupam a Embaixada da Venezuela em Washington, Estados Unidos, há cerca de um mês. O objetivo do grupo é impedir entrada da equipe indicada por Juan Guiadó – reconhecido pelos EUA como presidente venezuelano interino.
Na quarta-feira (8), a empresa de eletricidade de Washington cortou o fornecimento de energia elétrica para tentar forçar uma saída dos ativistas. Além disso, venezuelanos moradores da capital norte-americana impedem que os manifestantes pró-Maduro entrem com mantimentos.
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Alguns ativistas foram presos ao tentar jogar comida para dentro de uma janela na embaixada. Houve tumulto e briga do lado de fora da sede.
O governo de Nicolás Maduro autorizou e pediu que os ativistas do chamado Coletivo para a Proteção da Embaixada ocupassem a embaixada. De acordo com a agência Associated Press, porém, nenhum dos manifestantes pró-chavismo é venezuelano.
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