
Com a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno no Senado, a nova agenda econômica do governo vai tomando corpo. Ao contrário do esperado, a prioridade inicial não será a reforma tributária, empacada em virtude de divergências entre as duas propostas que já tramitam no Legislativo e a do Executivo, até agora indefinida.
No lugar da incerteza que cerca as mudanças nos impostos e a inclusão dos Estados e municípios na reforma da Previdência por meio de outra emenda constitucional (chamada “PEC paralela”), três outros temas assumiram prioridade na agenda que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, levou ontem a uma reunião extraordinária com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada.
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