
Apesar das constantes consultas dos diferentes institutos de pesquisa apresentarem seus favoritos para presidente, governador, senadores e deputados, existe um índice altíssimo de indecisos que poderão comprometer o resultado final das eleições.
Na nossa observação politica este contingente de eleitor aguarda chegar em suas mãos ou na sua porta antes da eleição o que centenariamente acostumou os candidatos na busca do voto, fazendo oferta de ajudas financeiras, materiais de construção ou outras espécies de barganha para convencer o eleitor que insiste em dizer que não tem candidato.
Por mais que a campanha seja curta, a lei iniba esta prática de serventia, o eleitor não abrirá os os olhos para enxergar em quem votar se este não lhe trouxer o colírio que habitualmente melhora sua vista para poder enxergar seu número para a digitação final nas urnas.
Tenho acompanhado desde a década de 60 todos os pleitos gerais: incluindo campanhas estaduais e municipais.
Candidato que achar que só com discurso demagógico, denuncismo vazio de véspera de eleição e promessas sem fundamentação de realidade vai ganhar voto: pode tirar o cavalinho da chuva.
Os indecisos ou os que não sabem votar, sem declarar suas opções, estão aguardando chegar algo novo para motivar sua caminhada rumo as urnas.
Fora disto, a voz das urnas vai apresentar um altíssimo índice de votos nulos e brancos com uma abstenção maior do que das eleições anteriores.
Quem quiser arranjar voto em cima dos indecisos, tem que correr o risco do uso do cachimbo fazendo a boca torta.
Tem que botar milho na cuia para o eleitor alimentar seus pombos ou vai permanecer vendo navios passando longe da costa.
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