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Há 13 anos, as integrantes do movimento Mães de Maio contam para jornalistas e pesquisadores como seus filhos foram assassinados durante os ataques contra civis e policiais que deixaram entre 264 e 600 mortos, em 2006, no estado de São Paulo.
Os detalhes do que ocorreu nos dias dos crimes foram repassados à exaustão, mas poucas pessoas sabem quem foram os filhos dessas mulheres. Com o objetivo de mostrar que os filhos não eram apenas suspeitos, Débora Silva, mãe de um jovem morto durante os crimes de maio e coordenadora do movimento, decidiu que os nascimentos, infâncias e juventudes deveriam ser relatados em um livro.
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