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Doutor em ciências sociais e professor da Universidade Central da Venezuela, o professor Trino Márquez admite estar preparado para um cenário de transição política em seu país que não inclua na liderança o autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, mas um golpe militar no estilo dos que ocorreram recentemente na Argélia e no Sudão.
Ele aponta como semelhança a insatisfação da classe dominante para esta solução “plantada dentro do oficialismo”.
No seu entender, os militares poderiam atuar como fiadores deste processo que considera inevitável. Classifica o regime liderado por Maduro como “uma calamidade, uma vergonha”, calcado numa relação de cumplicidade com os militares. Uma rebelião de quadros médios no Exército poderia também, segundo ele, romper este elo.
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